22 de abril de 2014

Apesar de tão difundido e útil, o plástico tem uma conotação meio negativa e pobre.

Na mobília ou decoração, parece descartável. Alimentos industrializados ou de microondas podem ter gosto plastificado para muitos. As flores são bregas ou artificiais demais…

O lado descartável e artificial do produto parece ter sido “adotado” nas relações humanas. E alguns fatos, ligados ao tema, me chamaram a atenção nos últimos tempos.
A artista americana Suzanne Heinstz, cansada de ouvir a tradicional pergunta “Por que não está casada” resolveu debochar da cobrança social e comprou, literalmente, uma família. Só que de plástico. Marido e filha, manequins, acompanham a fotógrafa em momentos do banais do cotidiano ou viagens pelo mundo.

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