18 de agosto de 2015
Modelagens favorecem biotipo das brasileiras, diz especialista da GAP
 

O jeans veste quem tem de 8 a 80, mas bom senso é fundamental. A onda das calças de cintura baixa ou baixíssima, que só ficam bem na Gisele Bündchen ( e olha lá), parece estar com os dias contados. Bom para nós que chegamos aos 40, mas adoramos desfilar por aí no nosso bom e velho jeans. Bom para quem não tem barriga chapada ou cinturinha de pilão, ou seja, praticamente todo mundo.


Aproveitei o lançamento do novo jeans Resolution Denim, da Gap, em São Paulo, para pegar umas dicas com a Carol Correa, gerente de marketing e vision merchandising da Gap (marca norte-americana que pertence ao grupo GEP no Brasil). 

 

por

  • Como são os bastidores de um lançamento automotivo?
  • Atitude40 agora é Atitude+40
  • Viajar sozinha: você pode ser sua melhor companhia…
  • 7 de agosto de 2015
    Quem é contra panelaço, pode ir pra janela aplaudir o governo. Democracia é isso!


    O assunto é “panelaço”.

    Pra começar, não tenho partido político, não apoio nenhum político,  não gosto de nenhum político e não me sinto representada por nenhum político que está aí. Na verdade, tenho ojeriza a todos eles pela cara-de-pau que têm pra pedir voto e enganar a população.

    Bem, aí leio diversos comentários nas redes sociais dizendo que foi um absurdo bater panela contra o programa do PT na noite de quinta. Não bati minhas panelas na janela porque não estava em casa, mas gostaria de saber porque foi errada a manifestação contra a presidente e seu partido. 

    por

  • Jeans para quem tem 40 anos: cintura alta e “girlfriend”
  • Quarentão Gerard Butler é o novo garoto-propaganda da Ford
  • Atitude40 agora é Atitude+40
  • 3 de agosto de 2015
    O ator e produtor de Hollywood Gerard Butler vai estrelar a campanha de lançamento do novo Focus Fastback no Brasil. O quarentão escocês (tem 45 anos) chega ao País nesta terça-feira para gravar os comerciais da montadora norte-americana. 

    Filme PS: Eu te Amo

     

    por

  • Silício ajuda no combate à queda de cabelo
  • A mulher deve ser a melhor amiga da mulher!
  • Como são os bastidores de um lançamento automotivo?
  • 27 de julho de 2015
    Novo Focus Fastback faz baliza, estaciona em vagas perpendiculares e paralelas e  freia sozinho em velocidade até 20 km/hora 
     
    Qual o sonho de muitas mulheres (e homens também, claro)
     
    Um carro “chiquetoso”, que estacione sozinho m vagas de rua ou no shopping.
     
    Ou que até freie naqueles momentos de desatenção, quando a cabeça está na lua ou estamos, erroneamente, checando mensagens de Whatsapp no semáforo.

    por

  • Barbie hipster, exposição étnica e outras histórias da boneca mais famosa do planeta
  • A mulher deve ser a melhor amiga da mulher!
  • Como nascem os automóveis?
  • 22 de julho de 2015
    Sem categoria
    Coruja, rosas ou símbolos celtas? Ainda não encontrei o desenho ideal para colocar na pele…  


    Tatuagem é um tema que volta e meia me seduz. Desenhar na própria pele, ficar marcada pelo resto da vida, tudo isso tem um certo ar de drama que me comove.


    Não tenho nenhuma, como já expliquei neste post aqui “Quatro estilos de tatuagem dos anos 80, 90 e 2000 que não me conquistaram”.

    Mas isto não significa que não tenha vontade de ter. 

    Já tentei várias vezes. Cheguei a anestesiar o local (tornozelo) e fazer o decalque. Mas aí bateu o medo, a insegurança e desisti. 

    Fiz uma listinha das minhas 5 não-tatuagens preferidas e motivos pelos quais voltei atrás. 

    Minhas 5 não-tatuagens preferidas


    1-Coruja – achava que passaria “sabedoria”. Desisti porque virou uma coisa assim meio Harry Potter.


    2-Desenho Celta: cheguei a tirar uma foto de uma flor celta azul, linda, numa viagem à Escócia. A imagem estava na vitrine de um estúdio em Edimburgo. Fotografei e fui perseguida pelo tatuador, dono da imagem. Saí correndo, claro. Na volta para o Brasil, revelei a foto (sim, era filme fotográfico), olhei para o desenho e broxei. O que parecia tão místico e lindo na Escócia, ficou banal no Brasil…



    3- Letra A: estava fazendo uma reportagem, ao vivo, em um evento de tatuadores. O apresentador me ofereceu R$ 1 mil para fazer uma tatuagem ao vivo. Topei! Chegaram a passar pomada anestésica no meu tornozelo (um dos meus lugares preferidos para uma possível tattoo), decalcaram a letra A escolhida (inicial do meu nome e do nome do meu filho) e quando iam começar a furar, quase desmaiei. Minha pressão caiu, fiquei tonta, amarelei e desisti. Tudo isto ao vivo, em rede nacional. Mico. Mas audiência bombando!



    4 – Rosas: adoro! Simples assim.  
    Significam Amor, beleza interna e externa, ode à Deusa Afrodite! Acho uma tattoo delicada, chique, feminina! Mas são tantas opções, como escolher?


    5 – Palavras ou frases de efeito: admiro quem tatua palavras os frases. Um amigo, maestro, estampou no corpo as assinaturas do Mozart e da Maria Callas. Acho chique! Mas penso numa série de “empecilhos”. Não gosto de palavras em inglês (pra mim, uma variável do ideograma japonês). Não entendo porque escrever Freedom se Liberdade é tão bonito? latim, então, pior ainda! Nomes de namorados? Risco nível 10! Terminou o romance, tome Rosa ou Coruja para esconder a alcunha do ex. Frases de efeito? O que tem significado hoje, amanhã pode não dizer mais nada. Sem contar que mudamos de ideia o tempo todo…difícil escolher, viu?


    Deu pra perceber que tenho mais dúvidas do que certezas. Estes cinco temas me atraem, mas até decidir e criar coragem, temos um longo caminho. 

    Enquanto não escolho o que tatuar, sigo admirando quem tem uma – ou várias. Mesmo que seja um ideograma japonês, que signifique “Star”, ao por do sol, no bico de um golfinho, que está dentro das asas da borboleta, feita com tinta de BIC…

    Curta a página do Atitude40 no Facebbok: www.facebook.com/Atitude40

    Fotos: Reprodução
      

    por