16 de junho de 2016

A web-celebridade Inês Brasil é um daqueles fenômenos só explicados pela era digital.

A cantora e dançarina de 46 anos ficou famosa por um vídeo de inscrição para o Big Brother Brasil 2013. O vídeo viralizou, mesmo ela não tendo entrado na “casa mais  vigiada do Brasil”. Inês ficou famosa longe do BBB e foi parar em lugar muito melhor: a prisão de Litchfield, da série Orange is The New Black.

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  • 14 de junho de 2016

    Fantasma que assombrou quarentonas nos banheiros de escola volta em campanha bem-humorada de medicamento para prisão de ventre

    Quem tem mais de 40, fez muito xixi na calça na escola, tenho certeza. Nos idos dos anos 70, o maior medo das meninas era ir ao banheiro sozinhas. Motivo? O fantasma da Loira do Banheiro.

    Eu estudei três anos na Escola Estadual Amadeu Amaral (cujo slogan era “Amadeu Amaral: Entra Burro e Sai Animal”), no bairro do Belenzinho, em São Paulo. Escola antiga, construída em 1907 e tombada como Patrimônio do Estado de São Paulo pelo Condephaat. Imagina o cenário de filme de terror.

     

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  • 18 de maio de 2016

    Pesquisa mostra que quase 70% das mulheres com mais de 45 anos se sentem mais valorizadas do que há dez anos; e 7 em cada 10 se consideram bonitas

    Em tempos de empoderamento feminino e de discussões acaloradas sobre ministérios 100% masculinos, tem mulher que ainda mente a idade! Pois é, ainda mentimos a idade…

    Como disse o escritor Oscar Wilde (será que ele disse isso mesmo?), lá pelos idos do século 19: “Nunca confie na mulher que diz a verdadeira idade, pois se ela diz isso…ela é capaz de dizer qualquer coisa!” Será? Ela diz mesmo tudo ou não é confiável?

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  • 8 de março de 2016

    Fui convidada para participar de uma roda do feminino sagrado. O objetivo é juntar mulheres para trocar experiências, falar de medos, desejos, dúvidas, intuições. Fortalecer o elo que sempre ligou as mulheres durante toda a história da civilização.

    Mas este elo, nas últimas décadas, vem se enfraquecendo, se perdendo. As mulheres  estão competindo entre si, falando mal umas das outras, trocando calúnias, envenenando-se mutuamente.

    Claro que a violência masculina , doméstica , é um problema de polícia que ronda milhares, milhões de lares. Mas, a violência velada entre as mulheres é também um problema que precisa ser discutido.

    Num momento em que ainda batalhamos pela tal igualdade de direitos, de salários, de posturas, de deveres, nos enfraquecemos quando competimos entre nós mesmas: quem tem o melhor corpo, o cabelo mais bonito, a bunda mais dura, o cara mais gostoso, o emprego mais vistoso, o carro mais polido, a unha mais comprida, o marido mais rico. Tudo tão superficial, mas que ganhou uma importância absurda nas relações entre mulheres.

    Na história da humanidade, as mulheres sempre se uniram. Faziam rodas para bordar, lavar roupa, descascar milho, trocar feitiços (quantas morreram na Idade Média!).

    Estes hábitos se perderam e o companheirismo feminino também vem escorrendo pelas nossas mãos. Antes de cobrarmos os homens, vamos cobrar e praticar o companheirismo entre nós , mulheres!  A humanidade agradece!

    Feliz Dia da Mulher!

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  • 1 de março de 2016

    Imagine a seguinte situação: você vai a um restaurante, deixa o carro com o manobrista, que na volta entrega o veículo normalmente. Ate aí, nada de novo.

    Mas não sabemos se o profissional lavou as mãos corretamente ao sair do banheiro, espirrou sobre o volante, coçou os olhos irritados e mudou a marcha na alavanca de câmbio ou mesmo se está com uma gripe forte e tocou a tela touchscreen com a mão que limpou o nariz.

    Por isso, para evitar a contaminação de doenças contagiosas dentro do carro, como gripes e conjuntivites, limpeza é fundamental. Periódica e feita com produtos adequados!

     

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