5 de janeiro de 2018
“As mulheres não devem ter medo da menopausa”, diz endocrinologista sobre esta importante fase feminina

 

Temida, nebulosa, problemática. Para muitas mulheres, a chegada da fase da menopausa vem recheada de dúvidas, medos, ansiedade e alguns quilinhos a mais.

Para tentar minimizar as dúvidas e oferecer alguns esclarecimentos importantes, conversei com o médico endocrinologista Paulo Mário F. de Oliveira, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista em menopausa.

O endocrinologista Paulo Mário de Oliveira explica os principais sintomas e cuidados da menopausa

As 10 dúvidas mais frequentes sobre o tema Menopausa:

por

  • Baratas, moscas, gripe do manobrista: inimigos que podem invadir o seu carro!
  • “Aos 40 anos, é necessário se libertar dos maus hábitos”
  • Relações plastificadas
  • Comente pelo facebook:
    10 de abril de 2015

    História de uma conhecida:

    “Tânia*, 41 anos, conheceu Pedro*,44, em um bar. Tinham amigos em comum. 
    Conversaram muito. 
    Riram. 
    Tinham afinidades: casamentos desfeitos, filhos, convicções políticas e profissionais, gosto por viagens e esportes. 
    Trocaram telefone, mensagens de whatsapp, fotos de destinos turísticos. 
    Marcaram de se encontrar novamente.
    Mais conversa, risadas, beijos e sexo.
    Mensagens de whatsapp.
    Desta vez mais picantes.
    Um tempo sem se ver.
    Novo encontro.
    Mais conversas, risadas, beijos, sexo.
    Mais um tempo longe.
    Final de semana juntos. 
    Divertidíssimo.
    Mensagens de whatsapp.
    Explícitas.
    Duas semanas sem se ver.
    Reencontro casual… 
    Gelo!
    Ela até mandou uma mensagem de whatsapp.
    Pedro respondeu. 
    Resposta seca. Lacônica.
    Tânia ficou até chateada uns dois dias, tentando entender. 
    Mostrou a mensagem para um amigo, do tipo galinha, que matou a charada:
    -Ele acha que você está a fim! Respondeu para te deixar como segunda opção.
    Ela, que também só estava curtindo a situação, não gostou do que ouviu.
    ‘Posso não estar apaixonada, mas segunda opção já é demais. Achei que a gente ainda ia ficar amigo’! 
    Deletou a conversa. Apagou o telefone. E fim.
    Tem homem que não serve nem como segunda, nem como terceira opção para amizade”.

    Quem não conhece esta história?

    *nomes trocados para preservar a identidade dos envolvidos

    Curta a página do Atitude40 no Facebook: www.facebook.com/Atitude40

    Foto: reprodução

    por

  • Dossiê da Menopausa: as 10 dúvidas mais frequentes
  • Relações plastificadas
  • Comente pelo facebook:
    22 de abril de 2014

    Apesar de tão difundido e útil, o plástico tem uma conotação meio negativa e pobre.

    Na mobília ou decoração, parece descartável. Alimentos industrializados ou de microondas podem ter gosto plastificado para muitos. As flores são bregas ou artificiais demais…

    O lado descartável e artificial do produto parece ter sido “adotado” nas relações humanas. E alguns fatos, ligados ao tema, me chamaram a atenção nos últimos tempos.


    A artista americana Suzanne Heinstz, cansada de ouvir a tradicional pergunta “Por que não está casada” resolveu debochar da cobrança social e comprou, literalmente, uma família. Só que de plástico. Marido e filha, manequins, acompanham a fotógrafa em momentos do banais do cotidiano ou viagens pelo mundo.



    O projeto Life Once Removed (“Quase como a Vida, em tradução livre) lança uma crítica sobre as expectativas da sociedade em relação à vida das pessoas, em especial ao papel da mulher, que só pode ser feliz e plena se tiver o maridinho e os filhinhos ali no dia a dia. Mesmo que as relações sejam plastificadas, não importa…

     

    Oh my darling, Valentine…

     

    Há muito tempo o sexo também ganhou conotação plastificada, desde os seculares consolos aos modernos objetos siliconados, com textura e até pelos (argh). 


    Depois de leiloarem a virgindade de uma boneca inflável “quase-humana” no ano passado (arrematada por R$ 105 mil!!!! por um publicitário #ondeestemundovaiparar), os organizadores de uma feira erótica decidiram que Valentina (o nome da desvirginada boneca) ia interagir com o público pelo Whatsapp. Mais up-to-date impossível.


    Fico me perguntando: por que alguém pagaria R$ 105 mil para transar com uma boneca? Tudo bem que o encontro teve direito à suíte presidencial em motel, jantar à luz de velas (não tocado pela acompanhante), champanhe francês e banho com pétalas de rosas. Mas mesmo com tudo isto, R$ 105 mil????


    A Valentina tem lá suas qualidades. Versão top das feiosas bonecas infláveis, ela é feita de cyberskin, um tipo de material que imita a pele humana, tem dois orifícios (anal e vaginal com pelos), cabelo de verdade, 1,65 m. de altura e não exige preliminares.

    Mas pagar tão caro para ter o direito de tirar a virgindade da mulher artificial só pode ser uma vontade imensa de ter controle absoluto sobre o corpo do outro. Até aí, ela cumpre a função para a qual foi criada, ok. Mas falar com a boneca pelo whataspp já beira a loucura. Até porque não é a boneca que responde né? Dãããnnn!

    Até que o Tinder nos separe…


    Aí pensando em manequins-maridos, bonecas-desvirginadas, mensagens eletrônicas, tudo junto e misturado, não pude deixar de me lembrar do Tinder, o aplicativo febre-coqueluche do verão 2014 e que parece estar dando sinais de cansaço.

    Sim, porque o que surgiu como um geolocalizador de possíveis encontros, paqueras, namoros ou até casamentos para o público hetero (porque a versão gay já existia há muito tempo nos smartphones dos mais smarts), começou a fazer água, na minha opinião. 

    Me explico: para as pessoas normais, com trabalho e obrigações do dia a dia, administrar o número de Matches gerados por meses no aplicativo começa a ficar impossível. Um amigo, quando saiu do Tinder, tinha mais de 600 matches. Aí fica complicado lembrar quem é quem com tantas conversas e possibilidades abertas… 

    Dois: nos últimos tempos, o Tinder começou a ser invadido pelo “lado negro da força”. Mulheres já anunciam nas primeiras frases trocadas que cobram R$ 500 pelo encontro. Homens decidiram pular a fase da conquista e já expõem seus pênis na primeira ou segunda foto de apresentação. 

    Os fetichistas já apareceram também e colocam o que gostam de fazer na descrição de suas fotos. Tudo bem que o Tinder sempre teve uma forte conotação sexual, mas agora o negócio descambou de vez. Bye romantismo, paquera ou possibilidades.

    Como outras redes sociais, surgiu, cresceu, inchou e agora começa a espantar gente que não acha mais cool e divertido passar o tempo na fila do banco ou do supermercado dando X ou Coração nas fotos dos pretês! Aí dá pra entender porque muita gente quer mandar um whatsapp pra Valentina…

    Fotos: Reprodução

    Curta a página do Atitude 40 no Facebook: www.facebook.com/Atitude40



    por

  • Dossiê da Menopausa: as 10 dúvidas mais frequentes
  • Atitude40 agora é Atitude+40
  • “Aos 40 anos, é necessário se libertar dos maus hábitos”
  • Comente pelo facebook: