Repórteres e médicos não podem ser insensíveis

Quando eu era “foca” (jargão jornalístico para definir repórteres no começo de carreira) na Rádio Trianon, no início dos anos 90, uma das minhas funções era fazer a “checagem policial”.Eu ligava para as principais delegacias da cidade e apurava se eles tinham alguma ocorrência “importante”.Nos primeiros dias, tudo para mim era grave, digno de nota ou […]