8 de março de 2016

Fui convidada para participar de uma roda do feminino sagrado. O objetivo é juntar mulheres para trocar experiências, falar de medos, desejos, dúvidas, intuições. Fortalecer o elo que sempre ligou as mulheres durante toda a história da civilização.

Mas este elo, nas últimas décadas, vem se enfraquecendo, se perdendo. As mulheres  estão competindo entre si, falando mal umas das outras, trocando calúnias, envenenando-se mutuamente.

Claro que a violência masculina , doméstica , é um problema de polícia que ronda milhares, milhões de lares. Mas, a violência velada entre as mulheres é também um problema que precisa ser discutido.

Num momento em que ainda batalhamos pela tal igualdade de direitos, de salários, de posturas, de deveres, nos enfraquecemos quando competimos entre nós mesmas: quem tem o melhor corpo, o cabelo mais bonito, a bunda mais dura, o cara mais gostoso, o emprego mais vistoso, o carro mais polido, a unha mais comprida, o marido mais rico. Tudo tão superficial, mas que ganhou uma importância absurda nas relações entre mulheres.

Na história da humanidade, as mulheres sempre se uniram. Faziam rodas para bordar, lavar roupa, descascar milho, trocar feitiços (quantas morreram na Idade Média!).

Estes hábitos se perderam e o companheirismo feminino também vem escorrendo pelas nossas mãos. Antes de cobrarmos os homens, vamos cobrar e praticar o companheirismo entre nós , mulheres!  A humanidade agradece!

Feliz Dia da Mulher!

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