22 de julho de 2015
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Coruja, rosas ou símbolos celtas? Ainda não encontrei o desenho ideal para colocar na pele…  


Tatuagem é um tema que volta e meia me seduz. Desenhar na própria pele, ficar marcada pelo resto da vida, tudo isso tem um certo ar de drama que me comove.


Não tenho nenhuma, como já expliquei neste post aqui “Quatro estilos de tatuagem dos anos 80, 90 e 2000 que não me conquistaram”.

Mas isto não significa que não tenha vontade de ter. 

Já tentei várias vezes. Cheguei a anestesiar o local (tornozelo) e fazer o decalque. Mas aí bateu o medo, a insegurança e desisti. 

Fiz uma listinha das minhas 5 não-tatuagens preferidas e motivos pelos quais voltei atrás. 

Minhas 5 não-tatuagens preferidas


1-Coruja – achava que passaria “sabedoria”. Desisti porque virou uma coisa assim meio Harry Potter.


2-Desenho Celta: cheguei a tirar uma foto de uma flor celta azul, linda, numa viagem à Escócia. A imagem estava na vitrine de um estúdio em Edimburgo. Fotografei e fui perseguida pelo tatuador, dono da imagem. Saí correndo, claro. Na volta para o Brasil, revelei a foto (sim, era filme fotográfico), olhei para o desenho e broxei. O que parecia tão místico e lindo na Escócia, ficou banal no Brasil…



3- Letra A: estava fazendo uma reportagem, ao vivo, em um evento de tatuadores. O apresentador me ofereceu R$ 1 mil para fazer uma tatuagem ao vivo. Topei! Chegaram a passar pomada anestésica no meu tornozelo (um dos meus lugares preferidos para uma possível tattoo), decalcaram a letra A escolhida (inicial do meu nome e do nome do meu filho) e quando iam começar a furar, quase desmaiei. Minha pressão caiu, fiquei tonta, amarelei e desisti. Tudo isto ao vivo, em rede nacional. Mico. Mas audiência bombando!



4 – Rosas: adoro! Simples assim.  
Significam Amor, beleza interna e externa, ode à Deusa Afrodite! Acho uma tattoo delicada, chique, feminina! Mas são tantas opções, como escolher?


5 – Palavras ou frases de efeito: admiro quem tatua palavras os frases. Um amigo, maestro, estampou no corpo as assinaturas do Mozart e da Maria Callas. Acho chique! Mas penso numa série de “empecilhos”. Não gosto de palavras em inglês (pra mim, uma variável do ideograma japonês). Não entendo porque escrever Freedom se Liberdade é tão bonito? latim, então, pior ainda! Nomes de namorados? Risco nível 10! Terminou o romance, tome Rosa ou Coruja para esconder a alcunha do ex. Frases de efeito? O que tem significado hoje, amanhã pode não dizer mais nada. Sem contar que mudamos de ideia o tempo todo…difícil escolher, viu?


Deu pra perceber que tenho mais dúvidas do que certezas. Estes cinco temas me atraem, mas até decidir e criar coragem, temos um longo caminho. 

Enquanto não escolho o que tatuar, sigo admirando quem tem uma – ou várias. Mesmo que seja um ideograma japonês, que signifique “Star”, ao por do sol, no bico de um golfinho, que está dentro das asas da borboleta, feita com tinta de BIC…

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Fotos: Reprodução
  

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