15 de julho de 2015
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Dia do Homem: Pesquisa mostra que metade dos brasileiros com mais de 35 anos nunca foi ao urologista; 1/3 abusa da “pílula azul”


Que homem tem medo de médico, não é novidade. 

O problema é que esta “aversão” ao “dotô” pode colocar em risco a saúde e a vida sexual dos homens brasileiros.

Pesquisa feita Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em parceria com o laboratório Bayer traz dados alarmantes para eles e para nós, mulheres, que não vivemos sem eles.

Vamos aos números:
– 51% dos entrevistados nunca foram ao urologista. Falta de tempo é a principal razão (33%). Falta de motivo (32%) e medo (15%) também foram apontados


–  1/3 dos pesquisados (29%) usa estimulantes sexuais, a grande maioria (62%) sem prescrição médica. Farmácias e amigos são os “consultores”. Abusam da remédios como Viagra ou Cialis com medo de falhar “na hora H”.


– 64% têm medo de broxar. Quando falha, só 1/4 considera procurar um médico. 

– O que mais preocupa os homens? Doenças cardiovasculares em primeiro lugar. Disfunção erétil em segundo, na frente de câncer de pulmão.  

– O mau-desempenho sexual afeta a autoestima de 38% dos entrevistados; 33% consideram que prejudica o relacionamento com a parceira. 


– Mas o prazer feminino não preocupa a maioria: a performance sexual está muito mais ligada ao medo de não ter ereção (42%) e não ter prazer (25%), do que satisfazer a companheira (24%).

– 55% veem aspectos negativos na velhice. 

– 57% nunca ouviram falar de andropausa (processo natural do organismo masculino, com possível queda na produção de testosterona. Uma espécie de “menopausa” do homem).


A pesquisa foi feita com 3.200 homens, com mais de 35 anos, em oito cidades brasileiras (São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, recife e Curitiba). O estudo foi apresentado pela Bayer e SBU para “comemorar” o Dia do Homem (15 de julho). 

O que podemos concluir?

Nós mulheres temos também responsabilidade na saúde masculina. Como mães, filhas, esposas, namoradas ou ficantes devemos estar atentas com os sintomas e cuidados que os homens têm. Vamos insistir para que eles procurem um médico – um urologista de preferência-, para um check up preventivo ou até reposição hormonal com testosterona, se necessário e indicado por exame. Não permitir automedicação é uma boa medida também. O que resolve um “problema” imediato e pontual, pode gerar consequências perigosas no futuro. Ajudar no combate ao machismo favorece homens e mulheres. Mostrar que ir ao médico não é sinal de fraqueza ou falta de “macheza” é importante. Vamos cuidar da saúde de nossos homens, para que eles só tenham a comemorar, felizes com seus pênis, corações, pulmões, fígados e cérebros, esta data meio “non sense”…

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Fotos: reprodução




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