27 de julho de 2015
Novo Focus Fastback faz baliza, estaciona em vagas perpendiculares e paralelas e  freia sozinho em velocidade até 20 km/hora 
 
Qual o sonho de muitas mulheres (e homens também, claro)
 
Um carro “chiquetoso”, que estacione sozinho m vagas de rua ou no shopping.
 
Ou que até freie naqueles momentos de desatenção, quando a cabeça está na lua ou estamos, erroneamente, checando mensagens de Whatsapp no semáforo.

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  • Jeans para quem tem 40 anos: cintura alta e “girlfriend”
  • Barbie hipster, exposição étnica e outras histórias da boneca mais famosa do planeta
  • A panela é minha, uso como quiser…
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    22 de julho de 2015
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    Coruja, rosas ou símbolos celtas? Ainda não encontrei o desenho ideal para colocar na pele…  


    Tatuagem é um tema que volta e meia me seduz. Desenhar na própria pele, ficar marcada pelo resto da vida, tudo isso tem um certo ar de drama que me comove.


    Não tenho nenhuma, como já expliquei neste post aqui “Quatro estilos de tatuagem dos anos 80, 90 e 2000 que não me conquistaram”.

    Mas isto não significa que não tenha vontade de ter. 

    Já tentei várias vezes. Cheguei a anestesiar o local (tornozelo) e fazer o decalque. Mas aí bateu o medo, a insegurança e desisti. 

    Fiz uma listinha das minhas 5 não-tatuagens preferidas e motivos pelos quais voltei atrás. 

    Minhas 5 não-tatuagens preferidas


    1-Coruja – achava que passaria “sabedoria”. Desisti porque virou uma coisa assim meio Harry Potter.


    2-Desenho Celta: cheguei a tirar uma foto de uma flor celta azul, linda, numa viagem à Escócia. A imagem estava na vitrine de um estúdio em Edimburgo. Fotografei e fui perseguida pelo tatuador, dono da imagem. Saí correndo, claro. Na volta para o Brasil, revelei a foto (sim, era filme fotográfico), olhei para o desenho e broxei. O que parecia tão místico e lindo na Escócia, ficou banal no Brasil…



    3- Letra A: estava fazendo uma reportagem, ao vivo, em um evento de tatuadores. O apresentador me ofereceu R$ 1 mil para fazer uma tatuagem ao vivo. Topei! Chegaram a passar pomada anestésica no meu tornozelo (um dos meus lugares preferidos para uma possível tattoo), decalcaram a letra A escolhida (inicial do meu nome e do nome do meu filho) e quando iam começar a furar, quase desmaiei. Minha pressão caiu, fiquei tonta, amarelei e desisti. Tudo isto ao vivo, em rede nacional. Mico. Mas audiência bombando!



    4 – Rosas: adoro! Simples assim.  
    Significam Amor, beleza interna e externa, ode à Deusa Afrodite! Acho uma tattoo delicada, chique, feminina! Mas são tantas opções, como escolher?


    5 – Palavras ou frases de efeito: admiro quem tatua palavras os frases. Um amigo, maestro, estampou no corpo as assinaturas do Mozart e da Maria Callas. Acho chique! Mas penso numa série de “empecilhos”. Não gosto de palavras em inglês (pra mim, uma variável do ideograma japonês). Não entendo porque escrever Freedom se Liberdade é tão bonito? latim, então, pior ainda! Nomes de namorados? Risco nível 10! Terminou o romance, tome Rosa ou Coruja para esconder a alcunha do ex. Frases de efeito? O que tem significado hoje, amanhã pode não dizer mais nada. Sem contar que mudamos de ideia o tempo todo…difícil escolher, viu?


    Deu pra perceber que tenho mais dúvidas do que certezas. Estes cinco temas me atraem, mas até decidir e criar coragem, temos um longo caminho. 

    Enquanto não escolho o que tatuar, sigo admirando quem tem uma – ou várias. Mesmo que seja um ideograma japonês, que signifique “Star”, ao por do sol, no bico de um golfinho, que está dentro das asas da borboleta, feita com tinta de BIC…

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    15 de julho de 2015
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    Dia do Homem: Pesquisa mostra que metade dos brasileiros com mais de 35 anos nunca foi ao urologista; 1/3 abusa da “pílula azul”


    Que homem tem medo de médico, não é novidade. 

    O problema é que esta “aversão” ao “dotô” pode colocar em risco a saúde e a vida sexual dos homens brasileiros.

    Pesquisa feita Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) em parceria com o laboratório Bayer traz dados alarmantes para eles e para nós, mulheres, que não vivemos sem eles.

    Vamos aos números:
    – 51% dos entrevistados nunca foram ao urologista. Falta de tempo é a principal razão (33%). Falta de motivo (32%) e medo (15%) também foram apontados


    –  1/3 dos pesquisados (29%) usa estimulantes sexuais, a grande maioria (62%) sem prescrição médica. Farmácias e amigos são os “consultores”. Abusam da remédios como Viagra ou Cialis com medo de falhar “na hora H”.


    – 64% têm medo de broxar. Quando falha, só 1/4 considera procurar um médico. 

    – O que mais preocupa os homens? Doenças cardiovasculares em primeiro lugar. Disfunção erétil em segundo, na frente de câncer de pulmão.  

    – O mau-desempenho sexual afeta a autoestima de 38% dos entrevistados; 33% consideram que prejudica o relacionamento com a parceira. 


    – Mas o prazer feminino não preocupa a maioria: a performance sexual está muito mais ligada ao medo de não ter ereção (42%) e não ter prazer (25%), do que satisfazer a companheira (24%).

    – 55% veem aspectos negativos na velhice. 

    – 57% nunca ouviram falar de andropausa (processo natural do organismo masculino, com possível queda na produção de testosterona. Uma espécie de “menopausa” do homem).


    A pesquisa foi feita com 3.200 homens, com mais de 35 anos, em oito cidades brasileiras (São Paulo, Rio, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador, recife e Curitiba). O estudo foi apresentado pela Bayer e SBU para “comemorar” o Dia do Homem (15 de julho). 

    O que podemos concluir?

    Nós mulheres temos também responsabilidade na saúde masculina. Como mães, filhas, esposas, namoradas ou ficantes devemos estar atentas com os sintomas e cuidados que os homens têm. Vamos insistir para que eles procurem um médico – um urologista de preferência-, para um check up preventivo ou até reposição hormonal com testosterona, se necessário e indicado por exame. Não permitir automedicação é uma boa medida também. O que resolve um “problema” imediato e pontual, pode gerar consequências perigosas no futuro. Ajudar no combate ao machismo favorece homens e mulheres. Mostrar que ir ao médico não é sinal de fraqueza ou falta de “macheza” é importante. Vamos cuidar da saúde de nossos homens, para que eles só tenham a comemorar, felizes com seus pênis, corações, pulmões, fígados e cérebros, esta data meio “non sense”…

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    Fotos: reprodução




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    7 de julho de 2015
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    Chás e sucos que prometem manter a saúde na estação mais fria do ano; o gengibre é a estrela da temporada

    Chá de gengibre: santo remédio!


    O que eu mais gosto de tomar no inverno, além de um bom vinho? Um chá quentinho. 

    Se estou gripada, faço um de casca de cebola (só a parte amarela), tomo com mel e deito embaixo do edredom, a melhor invenção da humanidade depois da roda e da internet.

    Mas outras opções de chás também prometem fortalecer nosso 
    organismo, para ficarmos mais resistentes às gripes e resfriados, tão comuns nesta época do ano. Recebi algumas sugestões da nutricionista Viviane Scheifer, da Clínica Faciall, nos Jardins, em São Paulo. 

    A nutricionista Viviane Scheifer dá dicas para aumentar a imunidade no inverno



    A ideia é fortalecer o sistema imunológico. “Uma boa imunidade nos protege contra ataques de vírus e bactérias.Todo este processo de regulação do sistema imunológico é dependente de nutrientes”, diz Viviane.

    Qual a estratégia? Um suporte nutricional adequado para corrigir a inflamação e garantir a funcionalidade das mucosas, prevenindo doenças. Para fortalecer o corpo, três receitinhas de chás e uma de suco, para quem não curte muito a bebida quente. As “fórmulas” são anti-inflamatórios e antibióticos naturais. Mas atenção, em caso de febre ou piora, o médico deve ser procurado.

    Vamos às receitas:

    Chá de frutas vermelhas e gengibre


    1 colher de sopa de gengibre
    1 e 1/2 xícara de água
    1/2 xícara de frutas vermelhas (framboesa, mirtilo, amora) 

    Ferva a água com o gengibre. Depois que levantar ebulição, deixar ferver por 5 minutos. Após esfriar (opcional) bater no liquidificador com as frutas vermelhas. Pode ser tomado quente ou frio. O gengibre é um anti-inflamatório natural que protege o organismo de bactérias e fungos graças a uma substância chamada gingerol. As frutas vermelhas também são anti-inflamatórios naturais e fornecem uma dose extra de vitamina C.

    Chá misto


    1 colher de café de cravo
    1 e 1/2 xícara de água
    1 pau de canela
    1 pedaço de gengibre
    1 unidade de limão rosa
    mel a gosto para adoçar

    Ferva por 8 minutos o cravo, a canela e o gengibre. Coe. esprema o suco de limão e adoce com mel. A combinação cravo e canela é perfeita no inverno. A canela ajuda o sistema respiratório e aquece o organismo. Não deve sere usada por grávidas. O cravo tem propriedades antissépticas e analgésicas. O gengibre é um clássico. Limão, vitamina C. E mel, que só faz bem. 

    Chá de cúrcuma e pimenta


    1 colher de café de cúrcuma 
    1 pitada de pimenta (ou um pedaço pequeno)
    1 limão rosa
    1 e 1/2 xícara de água
    1 pau de canela
    Mel a gosto

    Ferva durante 8 minutos a canela. Coe. esprema o suco de limão. Acrescente a cúrcuma e a pimenta. Mel pra adoçar. Este é para os fortes! A pimenta é fonte e vitamina C e fortalece o sistema imunológico contra gripes e resfriados. Além de aquecer o corpo! A cúrcuma é um antibactericida natural. Mas deve ser evitada por grávidas pois pode ser um estimulante uterino.

    Cúrcuma: tempero e remédio


    Ah, não gosta de chá? Tem um suquinho novo super saudável…

    Suco Imunomodulador

    Goji Berry


    50 ml de suco de uva integral e orgânico
    1 xícara de mirtilo e amora congelados
    5 morangos orgânicos picados
    1 colher de sopa de goji berry
    1 pedaço (10 cm) de yacon
    Hortelã e gengibre a gosto
    150 ml de água

    Bata no liquidificador e beba gelado! Aqui, além do poder das berries (frutas vermelhas), destaque para a yacon, uma batata andina que equilibra a flora intestinal e gera benefícios ligados à imunidade. Dá um Google que vale a pena saber mais sobre este alimento…

    Ou seja, inverno não é desculpa para adoecer. Basta prevenir, com boa alimentação, chazinhos benéficos e sucos cheios de vitamina.

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    Chazinho é a melhor bebida de inverno


    Fotos: Reprodução e divulgação 


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    2 de julho de 2015
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    Caneta BIC, tema praia, estrelinhas e ideograma japonês não me convenceram a tatuar o corpo


    Poeminha do quarentão não-tatuado


    “Não tenho tatuagem.
    Sempre quis ter.
    Já tentei em viagem.
    Mas não pude fazer.
    Invejo quem tem 
    Mas não me arrependo.
    Tem muito desenho.
    Que eu não entendo.”

    (de minha autoria)

    Minha história com tatuagens é antiga. Afinal, os quarentões de hoje foram os rebeldes jovens dos anos 80 e 90, que usavam a tatuagem como forma de expressar sua insatisfação com o mundo e com os pais, os anseios da juventude, suas tribos, crenças ou só pra tirar onda mesmo.

    Sempre me imaginei uma senhora tatuadíssima. 


    Mas quem disse que tive coragem? Cresci ouvindo que tatuagem era coisa de cadeieiro, bandidão mesmo – o que dava até um certo charme à rebeldia.  

    Tattoo tosca de cadeia: medo!


    Acompanhei algumas turmas diferentes de tatuados: os que fizeram antes dos 18, com agulha e tinta de BIC, em casa, no melhor estilo “sou rebelde mesmo e foda-se”. Clandestinidade total. Geralmente, tattoos mal-feitas, tortas, mas exclusivas.


    Aí veio a onda da turma da praia com seus pores do sol com gaivota em forma de V, golfinhos, tartarugas marinhas…Quem tem mais de 40 vai se lembrar do ator Mário Gomes na novela Guerra dos Sexos, sempre exibindo o peitoral e a tattoo clássica. 


    Amo praia hoje, mas na adolescência preferia as baladas góticas de roupa preta. Não ia ornar com golfinho…

    Teve ainda a modinha dos ideogramas japoneses. Nossa, o que teve de amiga minha tatuando palavras como Vida, Amor e Liberdade em “japonês” não está no mangá! 

    Alguém traduz, por favor?


    Nunca entendi porque tatuar um ideograma japonês no corpo, se não sou japonesa, não falo japonês e não entendo o que está tatuado. Ok, democracia, mas pra mim não faz sentido. 

    E sempre achei que aquela cópia da cópia da cópia que os tatuadores usavam podia muito bem estar errada. E se em vez de Liberdade estivesse escrito Chorume em japonês? Muito arriscado…



    Passei longe da tendência estrelinha-no-pulso-da-gisele-bundchen.


    Foi só a modelo mostrar o braço esguio com seu desenho meigo e logo uma legião de anônimas e famosas copiaram a diva. Sem contar as variações “Estrela com borboleta” e “Constelação”, outro must-have dos anos 2000.


    Grazi Massafera e Daniela Winits aderiram às estrelas 

    O tempo foi passando e minha ansiedade em ter uma tatuagem cresceu. Por quê? 

    Porque queria muito fazer parte da tribo de quem enfeita o corpo. Mas nunca soube o que realmente desenhar.  

    Posso fazer uma lista do que já pensei em tatuar (e sempre com algum significado pra mim importante, pelo menos na época da escolha). Mas depois olho para o desenho e penso se ele terá um significado daqui um, cinco ou dez anos. Desisto. 

    Enquanto não escolho o que tatuar, sigo admirando quem tem uma – ou várias. Mesmo que seja um ideograma japonês, que signifique “Star”, ao por do sol, no bico de um golfinho, que está dentro das asas da borboleta, feita com tinta de BIC…  

    No próximo post, minha lista de 5 não-tatuagens preferidas.

    Fotos: Reprodução
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