30 de maio de 2014
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Quando nos interessamos por alguém, é comum procurarmos pequenas afinidades. Detalhes, gostos parecidos, preferências iguais que de alguma forma nos ligam a outra pessoa.


“Adoro tomate”.
“Eu também”.

“Não como sem pimenta”.
“Olha, que coincidência”.

Acordo de mau-humor”.
“Nem me fala…”

“Amo Roberto Carlos”.
“Meu preferido.”

“Fui gótica nos anos 80 e clubber nos 90”.
“Que nem eu”.

“Prefiro os dias nublados”.
“São perfeitos”

E por aí vai…


A cada pequena ligação, mais uma motivo para aumentar o interesse.”Nossa, combinamos em tudo”, você pensa.

Mas e aquela história de que os opostos se atraem que tanta gente adora citar para justificar relacionamentos com pessoas completamente diferentes?

Somos atraídos pelas pequenas afinidades ou pelas grandes diferenças?

Os dois!


Como tudo que flui bem na natureza (a própria natureza, aliás), deve haver um equilíbrio. As pequenas afinidades dão charme à relação, mas as grandes diferenças oferecem a possibilidade de troca e de aprendizado. 

Se por um lado é difícil conviver com alguém completamente diferente, por outro é bem pouco desafiador e chato pra caramba viver com uma cópia exata. Somos atraídos pelo que nos falta, mas também pelo que conhecemos. 

Na verdade o que atrai é a paixão, um conjunto de características difíceis de mensurar. Uma espécie de bolo delicioso, feito de ingredientes que se completam e impossíveis de separar depois de pronto. O sabor vem da soma…

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Fotos: Reprodução




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