22 de março de 2013
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Depois de uma mal-sucedida experiência com a lipocavitação (descrita no post “Lipocavitação funciona?, o mais lido do meu blog), decidi tomar vergonha na cara e partir para algo que realmente dá resultados para perda de medidas: reeducação alimentar e musculação. 

Sim, musculação é a chave milagrosa da redução de peso. Deixei a preguiça de lado (admito que “puxar ferro” não é a experiência mais prazerosa do mundo) e pedi um novo treino para meu professor na academia. 

Até então, fazia um treininho café-com-leite: 30 minutinhos para membros superiores ou inferiores, com 6 exercícios em cada e 3 séries de 15 repetições. Furado!

Meu treino atual engloba parte superior e inferior no mesmo dia e leva uns 50 minutos para ser feito. Faço exercícios combinados, ou seja, os dez exercícios, na real, transformam-se em 20. Ufa, saio arrasada!

Em vez de 15 repetições, faço 3 séries de 12 repetições, mas com carga maior. Por conta do “DNA” (data de nascimento antiga), solicitei exercícios específicos para fortalecimento das costas, ombros (o meu direito é bichado por conta de 9 anos de voleibol) e abdômen. 

Fim da musculação, aula de spining pra queimar a banha. A dica é sempre fazer a musculação antes do aeróbico, para potencializar a queima. Você “acorda” o corpo na musculação, começa a queimar as calorias e já emenda uma aula forte aeróbica, pra potencializar a queima. 

Sem contar que a musculação continua “queimando” calorias por mais algumas horas depois do treino.

Pra não ficar travada, faço Mat Pilates pra dar uma alongada (por enquanto só aos sábados, por falta de tempo).

No pós-treino, como uma proteína magra , tipo ovo, peito de peru ou queijo branco, com um carboidrato integral (pouco, viu?), tipo uma fatia de pão integral ou torrada multigrãos. E só. 

Também tenho priorizado mais proteínas magras nas principais refeições, como peixe assado, peito de frango grelhado ou hambúrguer de soja. Troquei a sobremesa por gelatina diet e reduzi drasticamente a quantidade de álcool consumido na semana. Obrigada, Lei Seca!

Como gosto de comer, tentei reduzir aos poucos a quantidade de carboidratos na almoço ou jantar: se comia cinco colheres de arroz, passei a comer quatro, até o corpo se adaptar e não sentir mais fome. Depois, reduzi pra três. E arroz do tipo integral.   

Resultado? Elogios, roupas mais folgadas, mais disposição e nada de pagar por tratamentos estéticos pouco efetivos e caros. Lipocavitação, tô fora. 

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Imagens: Reprodução            
   

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