28 de novembro de 2012
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Pesquisa mostra que mulheres de Salvador são mais seletivas no mundo online; belo-horizontinas e paulistanas também não abrem a guarda facilmente no mundo virtual

Com a correria da vida moderna e as horas intermináveis na frente do computador, cada vez mais os relacionamentos digitais vão ganhando espaço.

Todo mundo conhece (ou deveria conhecer) um casal que se formou em um site de relacionamento, aplicativo ou rede social. Ou mesmo alguém que encontrou na rede um par apenas para sair eventualmente – seja para uma conversa, chopp ou transa.

A impressão é que homens heterossexuais ou homossexuais encaram melhor e com mais naturalidade estes encontros digitais.

Ouço muitas mulheres reclamando da superficialidade da rede, da falta de compromisso futuro ou mesmo da sensação de “açougue” , ou seja, de se sentirem como um pedaço de carne exposto em uma vitrine digital.

Uma pesquisa recente mostra que realmente as mulheres são mais seletivas no meio virtual, como são no mundo real. E esta seletividade varia conforme a região onde estão.

As mulheres de Salvador são as mais difíceis de serem conquistadas no ambiente online, conforme levantamento sobre relacionamentos online realizado em dez capitais brasileiras pelo site Badoo (especializado em bate-papo, paquera e amizades virtuais).

O motivo não fica claro: criação? educação? medo? alta expectativa?

A oferta pode ser a explicação, segundo os especialistas do site. “As mulheres de Salvador são extremamente populares entre a audiência masculina do Badoo”, afirma Louise Thompson, diretora de comunicação do site. “Por esse motivo elas podem escolher com quem e quando querem conversar”. 

As paulistanas ficaram na terceira posição das mais “fresquinhas”, atrás das mineiras de BH. Já as cariocas estão em sétimo lugar, ou seja, são mais acessíveis às abordagens masculinas no bate-papo online.

Ainda segundo o estudo, as mulheres de Recife lideram a lista das brasileiras com maior tendência a responder às abordagens masculinas online. As brasilienses e as goianas também aparecem  entre as mais receptivas.

 

Princesa ou gatinha: nunca diga isto!


Mas será que são as mulheres que são seletivas demais ou a abordagem masculina que é tosca, grosseira ou cafona? “Ao invés de iniciar uma conversa apenas dizendo ‘Olá’, a melhor forma de quebrar o gelo é conversar sobre interesses em comum, ou assuntos como música e filmes” afirma  Louise. “Claro, também vale ser simpático e amigável e chamar a mulher pelo seu nome real, ao invés de utilizar expressões como ‘princesa’ ou ‘gatinha’”.

Assim como no mundo real, a paquera digital também deve ser criativa e divertida. “Provavelmente esses dados mostrem que os homens de Recife sabem melhor como atrair a atenção feminina em uma conversa iniciada no ambiente online. Talvez mais do que outros homens brasileiros”, diz.

Ponto para os pernambucanos!

Ranking: As brasileiras mais seletivas no ambiente online

1- Salvador
2- Belo Horizonte
3- São Paulo
4- Fortaleza
5- Curitiba
6- Porto Alegre
7- Rio de Janeiro
8- Goiânia
9- Brasília
10- Recife



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Fotos: Divulgação

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793 Comentários em "Chamar de princesa ou gatinha não funciona nem na internet!"

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