4 de outubro de 2012
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Todo mundo tem uma amiga linda que se acha feia, gorda ou com nariz de batata. Por mais que ela receba elogios para a pele de pêssego ou cabelos brilhantes, não acredita que eles sejam sinceros…

Todos também conhecem aquela mulher nem tão bonita ou tão jovem assim – e até com alguns quilinhos a mais-, mas que vive rodeada de pessoas, sendo assediada por homens lindos, paparicada pelos amigos e cheia de convites para festas, baladas, viagens ou chazinhos da tarde.

O que separa uma da outra?

A auto-estima!

“Uma auto-estima pobre é capaz de arruinar a sua vida. A maneira como você se enxerga é determinante em seus relacionamentos e suas ações”, explica a psicóloga e personal branding-coach Marie Josette.

A especialista aponta alguns aspectos que mostram se uma pessoa está com problemas em relação a sua estima. Caso você:

– Tenha a sensação de que nada está bom;

– Acredita que ninguém, ou quase ninguém, gosta de você.

– Acredita não ser atraente;

– Faz uma escolha que considera a pior possível;

– Tem medo de conversar porque não sabe argumentar ou o que dizer;

– Sua sensação de frustração é constante;

– Não consegue ousar e realizar algo que tenha muita vontade de fazer;

Está na hora de trabalhar pensamentos e atitudes!!!!

“Fique atenta, esses são os primeiros sinais de uma baixa estima pessoal. Então, o que há de errado com você? Na realidade nada, apenas seus pensamentos estão bloqueando suas realizações. O primeiro passo para melhorar sua estima é parar de pensar que o mundo está contra você. Pare de culpar os outros pelos seus insucessos. O mundo não é o seu problema. Você é o seu problema. Procure ter objetivos e trace planos para alcançá-lo”, aconselha a psicóloga.


 

Quem me conhece, sabe que não tenho problemas de auto-estima. Desde criança, quando era gordinha, usava óculos fundo de garrafa para uma miopia de quase 6 graus e tinha bolsa de estudos em uma escola cheia de riquinhos, nunca me intimidei com bulliyng de coleguinhas mais maldosos. Sempre respondi à altura, marquei presença e criei minha turma e zona de conforto. Liderava grupos, tirava boas notas, jogava vôlei. Supria o que faltava de um lado, com atitudes que valorizavam o que eu tinha de melhor.

Trouxe para a vida adulta esta mentalidade. Uma vez, fui com um grupo de amigas a uma Festa do Branco, no Sirena, em Maresias. Quem conhece o lugar, sabe do que estou falando: a balada estava recheada de mulheres loiras, de cabelo chapado, vestindo top e minissaia, seios siliconados e cada uma com um piercing no umbigo, mesmo com o frio absurdo que fazia naquele setembro.

Não me intimidei nem um pouco. Olhei pras amigas e decretei: “Na boa? Somos as mais gatas da balada”. E fui!

Com uma entrada desta, só posso dizer que a noite foi ótima e arrasamos na festa, muito mais do que qualquer siliconada do pedaço. “Sem uma boa autoestima a vida pode ser muito chata. Mude sua maneira de pensar e comece a fazer um esforço direcionado para aquilo que realmente deseja”, comenta a personal coaching.

Por isso, quando chegar a qualquer lugar, respire fundo, levante a cabeça e entre se sentindo “a mais da gata da balada”. Sempre funciona!

Fonte: Marie-Josette, doutora em Filosofia e Psicologia, com 46 anos de experiência profissional.É presidente-fundadora do Innovation Coaching Center

(Curtam a página do Atitude 40 no Facebook: www.facebook.com/Atitude40)

Imagens: Reprodução

  

 
 
 
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