28 de setembro de 2012
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Com o “furor uterino” causado pelo lançamento (e sucesso) do livro pornô-soft  Cinquenta Tons de Cinza, deu para perceber que mulher gosta, sim, de sacanagem. Mesmo que no caso do livro (que não li e estou pensando se devo passar na frente de uma lista de outros mais interessantes) o tema seja tratado de maneira mais “light”, com pitadas de sadomasoquismo para dar o ar “levadinho”.

Vale lembrar que foi a quarentona certinha E.L. James que botou o assunto em pauta no mundo todo. Ponto pra ela, que teve coragem de deixar a vidinha pacata de mãe de dois adolescentes, para entrar no universo dos chicotinhos, algemas e entrevistas.

Já que o interesse pelo tema existe, segue uma listinha de Literatura Erótica para apimentar a mente. Como todos sabem, na mulher, a principal zona erógena é o cérebro.

1 – Kama Sutra

Um clássico da sacanagem milenar! A obra apresenta ao Ocidente técnicas e práticas sexuais, costumes e hábitos da antiga e complexa sociedade hindu. No capítulo sobre “a união sexual”, o autor traça uma tabela sobre os tipos de mulheres e homens existentes, dá dicas de relacionamentos para os pares e discorre sobre técnicas de beijos, abraços e sobre as variantes do ato sexual. Rolam umas dicas do tipo “Qual a melhor posição para um casal formado por Homem-Elefante e Mulher- Formiga” e por aí. Leia e descubra o que significa! Se tiver preguiça de ler, vale a edição só ilustrada.

2- A História de O.

Este, sim, um livro adulto de sadomasoquismo. O romance erótico escrito por Anne Desclos sob o pseudônimo Pauline Réage foi publicado na Franca, em 1954, e traduzido para vários idiomas. “O” é uma mulher livre e independente, que é levada por seu amante René a um castelo, onde se torna escrava do amante e de outros homens. Com descrições detalhadas das submissões e texto bem escrito, não pode faltar nas bibliotecas de quem se interessa pelo tema.

3- Animal Tropical (ou Trilogia Suja de Havana. Na verdade, vale qualquer livro do autor cubano Pedro Juan Gutierrez).

O escritor adora falar de sacanagem nas suas obras. Em Animal Tropical, basicamente narra as aventuras sexuais do personagem Pedro Juan, um pintor que vai para Estocolmo e mantém um caso com uma sueca, sem deixar de lado o romance que tem com a cubana Maria. Divertidas as diferenças na relação com as duas mulheres de origens distintas. E a sueca ainda leva umas chicotadas. “É um vício. Sei que a sedução é um vício igual a outro qualquer. E não existe nenhum Sedutores Anônimos. Se existisse, talvez pudessem fazer algo por mim”, conta o personagem no começo da história.

4- Contos Eróticos, de Dalton Trevisan.

Antologia reúne 16 histórias eróticas, com descrições detalhadas e saborosas da aventura sexual de seus protagonistas, escritas pelo premiado contista curitibano Dalton Trevisan. Pitadas leves de sacanagem.

5- Como fazer amor com um negro sem se cansar.

Com título instigante, é o romance de estreia de Dany Laferrière, um dos principais escritores contemporâneos de língua francesa, nascido no Haiti em 1953. Humor, erotismo, sarcasmo e poesia passeiam pela obra, que mostra o cotidiano e as fantasias de dois jovens negros exilados no Quebec durante um tórrido verão dos anos 70. Ao som de muito jazz, sexo e boa literatura, este é um livro que ri – e faz rir – dos estereótipos culturais e sexuais.

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19 de setembro de 2012
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Uma amiga me chamou a atenção no Facebook para um tema feminino da maior importância: a constante ladainha das mulheres reclamarem absolutamente de tudo, sempre. Para ela, que também deve ter seus dias de chatonilda, a impressão é que a mulherada anda reclamando demais, a ponto de estragar até churrasco na beira da piscina ou o picolé na padaria em pleno horário de trabalho, em tempos de inverno escaldante no Sudeste. 

Quis detalhes: afinal, do que as mulheres reclamam?

Outra amiga entrou na história é disse que reclamam do namorado/marido, mas esquecem de como reclamavam quando não tinham. Reclamam que o suco veio com muita água, ou pouca. Muito gelo, ou nenhum. Que tá calor, que tá frio; muito sol na praia e muito frio em Campos; que o shopping tava cheio, ou vazio. Que a balada tava lotada, ou caída. Que tem muita opção de esmalte, mas só usam renda. 
 
Coincidentemente, na mesma semana, assisti, na TV, a um show do comediante Chris Rock (aquele do Everybody hates Chris) em que ele falava sobre o tema como uma piada. Contava que as mulheres sempre reclamam – e não importa o que o cara faça, elas sempre vão reclamar. 

Exemplo: se o marido ganha pouco ou está desempregado, a mulher reclama que ela sustenta a casa sozinha, que trabalha muito, que não tem ninguém para cuidar dela etc. Se, pelo contrário, o cara ganha mais do que ela, ela fica p…da vida e detona que quer ter os mesmos direitos, que quer dividir as responsabilidades e que não precisa de ninguém para cuidar dela. E o comediante arremata: nunca, NUNCA, um homem vai conseguir fazer uma mulher feliz.

Este é o ponto. Felicidade!

Pesquisando o tema e percebi que o assunto é recorrente. De religiosos a terapeutas, muitos discutem a tal Síndrome da Insatisfação Feminina. A própria Bíblia conta a história da mulher Eva – mãe de todas nós -que introduziu a insatisfação na humanidade quando, induzida pela serpente,  comeu a maçã no afã de ter satisfação plena – e olha que ela já morava no Jardim do Éden. O que conseguiu? Ser expulsa, com o marido, do Paraíso. Impossível ser feliz sem casa, ralando pra botar comida na mesa e tendo de parir com dor, pobre Eva…

Outro ponto de eterna insatisfação feminina é a aparência. Seja pela cobrança da sociedade ou dela mesma, apenas 8% das mulheres estão totalmente  satisfeitas com a aparência de seu corpo, em uma pesquisa feita pela empresa Sophia Mind com 3.500 mulheres das classe A, B e C, entre 18 e 60 anos. Já 21% delas estão insatisfetias e 71%, satisfeitas em partes.

Mas e os motivos para tanta insatisfação? A melhor explicação vem do psicanalista Jorge Forbes. Para ele, as mulheres são basicamente insatisfeitas porque são basicamente desejantes. Ou seja, querem sempre algo mais. “Pessoas satisfeitas não desejam, por que o fariam? Fundamentalmente insatisfeitas, elas apontam uma satisfação possível no que ainda virá, no amanhã”, diz. Por isso somos sonhadoras!

As diferenças entres os sexos também ajudam. Mulheres se satisfazem na diferença, no detalhe. Homens, ao contrário, gostam da ordem unida, do grupo, da massa. Quem quer encontrar um vestido igual na mesma festa? Já os homens adoram uniformes, vão de terno e gravata ao escritório e de smoking preto e branco na festa black tie.

Por isso, da próxima vez que se pegar reclamando demais, sendo ranzinza e cobrando qualquer bobagem como se fosse a coisa mais importante do mundo, relaxe. Somos assim! É nossa essência, DNA!

E homens, por favor, entendam: a culpa é da Eva!

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11 de setembro de 2012
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Por que não criam uma lei para liberar o pedágio quando o congestionamento ultrapassassar os 10 km? Porque político vai pra praia de helicóptero!

Quando eu era criança, minha mãe vivia chamando as mais diversas pessoas – de vizinhos  a parentes – de vaquinha de presépio. Eu não entendia que tipo de ofensa podia existir no fato de ser comparado a um animalzinho tão bonitinho, na manjedoura de Jesus menino, aquecendo a Sagrada Família. Se olharmos com atenção, vemos sempre a vaquinha no presépio de cabecinha baixa, quietinha e pacata. É aí que mora a ofensa: a vaca é pacata!

Pois eu chamaria todos os motoristas que resolveram ir pra praia no feriadão de vaquinhas de presépio. Todo mundo quietinho nos seus carros, levando horas intermináveis e quentes para fazer trajetos que normalmente levariam minutos, sem ao menos buzinar ou esboçar um simples muxoxo….

Tudo bem que todo mundo já sabe que descer pra praia no feriado é roubada e só quem tem QI de mamífero de manjedoura topa o programa de índio (me incluo no grupo), mas aceitar um congestionamento monstruoso, que durou mais de 24 horas na ida, sem reclamar, protestar, fechar a cara ou pelo menos rosnar para a câmera na entrevista na estrada é de uma passividade típica de brasileiro.

Enquanto esperava na estrada pensei numa solução/atenuante: criar uma lei para que o pedágio seja aberto se o congestionamento passar dos 10 km. Passando o pedágio, o trânsito até que fluía. O problema é ter que parar milhões de carros para cobrar os R$ 21,20 da taxa de rodagem na estrada. Os próprios contratos de privatização deveriam ter uma cláusula prevendo o bem-estar dos motoristas. É desumano cobrar 21 pilas de quem está se lascando, literalmente, na serra do Mar…

Só para mera comparação, a tarifa média de pedágio no Brasil é de R$ 9,00. Nos Estados Unidos, o equivalente a R$ 3,00. E quem já pegou um tapete, digo, rodovia americana sabe do que estou falando.

Será que algum político não abraçaria a causa de abrir os pedágios nos congestionamentos de mais de 10 km? Meu voto, com certeza, ia levar. E de outros milhões que só querem molhar a bunda no mar e tomar uma cervejinha gelada pra esquecer dos congestionamentos diários da cidade…

Que vida de gado, aliás, de vaquinha de presépio.

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Foto: reprodução

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6 de setembro de 2012
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Depois que fiz 40 anos, resolvi pedir um check-up ao meu médico para ver como as coisas andam aqui dentro, literalmente. A lista de exames foi extensa: todos de sangue, urina, hormônio, tireoide, mamografia, ultrassom disso e daquilo outro…

Completei ainda a paranoia hipocondíaca com uma ida ao cardiologista, que pediu outros tantos exames do coração e até um teste de esforço físico na esteira, no qual me saí muito bem, adianto. Resultados em mãos, retornei ao médico e tudo estava dentro da normalidade. A questão é: e meus ossos?

Fui entrevistada por uma pesquisadora que queria conversar com mulheres na casa dos 40 anos para falar sobre hábitos de vida, atividade e saúde. A profissional chegou até mim através do meu blog ( este aqui que você lê) e achou que eu tinha um perfil bacana para o trabalho.

No final, descobri que o levantamento está sendo feito para uma empresa láctea que quer focar um produto na prevenção e combate da perda de massa óssea – a temida osteoporose.

Contei, na conversa, que fiz recentemente este check-up, mas que em nenhum momento nenhum médico me pediu um exame de densitometria óssea. Eu , aliás, nem sabia que devia me preocupar com isto…

Mas parece que a perda de massa óssea começa cedo, a partir dos 30, e se intensifica depois dos 40, em especial nas mulheres.

Encuquei!

Vou ligar para o médico esta semana e saber porque ele não me pediu tal exame. Não devo ter nada: tomo leite, iogurte, como queijo e faço musculação. Consumo de cálcio e exercício protegem os ossos femininos, mas não custa checar…

Beijos da Chabuca!            

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5 de setembro de 2012
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Culpada por desperdiçar dinheiro apenas para compensar a carência e se sentir 
melhor com uma bolsa ou vestido novos? Seus problemas acabaram. A Fundação Dorina Nowill, que cuida de deficientes visuais, abriu em São Paulo um outlet multimarcas para captar recursos para a instituição. Produtos novos, de grife, 
têm até 85% de desconto. Ou seja, dá para comprar, economizar, ajudar os 
cegos e ficar feliz! Conheço bem a Fundação Dorina Nowill, já fiz algumas 
reportagens por lá e sei que eles são referência na produção de livros e revistas
no formato braille, além de facilitar a inclusão social de crianças, jovens e 
adultos cegos e com baixa visão. Vale a pena ajudar!
Exemplos de produtos:
Chuteira da Olympikus – R$90
Saia de tafetá de Missincloff – R$69
Saída de Praia da Liquido – R$R$50
Vestido do Arthur Caliman – R$225
Maiô da Liquido – R$50
Short da Missincloff – R$49
Calça Alfaiataria Missincloff – R$90

Sílvia Troncon Rosa, gerente de captação de recursos da Fundação Dorina,
destaca que a ideia de marcas que geram recursos para causas sociais
é muito comum no exterior, porém uma estratégia ainda pouco adotada 
no Brasil.

Os produtos vendidos são doados e há apenas custos fixos, como 
mão de obra, limpeza e energia elétrica, e de divulgação, o que nos 
possibilita reverter mais de 95% do valor arrecadado para os projetos
 sociais da instituição”, conta. 

Para participar, as marcas podem fazer doações de produtos de coleções
passadas ou pontas de estoque. Mas há também produtos de coleções
atuais, de marcas mais particantes. Já aderiram ao projeto Oma Tees,
Olympikus, Arthur Caliman, Missinclof, Le Postiche, Opanka, Azaléia, Grendene. 

Serviço:
Dona Dorina Outlet Multimarcas
Rua Doutor Diogo de Faria, 558. Vila Clementino. São Paulo.
De segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 19h | Aos sábados, 

das 10h às 14h.
Aceita todos os cartões.
(11) 5087-0997 |
www.donadorinaoutlet.com.br

   
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