24 de agosto de 2012
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Não, este não é um post sobre dieta ou culinária. É um texto sobre relacionamentos!

Segundo algumas amigas, no universo dos solteiros existe uma “nova” mania masculina: convidar para um programa “light”.

Usando expressões como “Vamos fazer alguma coisa tranquila” ou “Que tal fazermos alguma coisa light”, os mocinhos querem chamar as garotas para um date. Até aí, tudo bem.

O problema, é que, segundo elas, o verdadeiro significado das “inocentes” frases seria um convite para ir à casa do moçoilo tomar de vinhozinho e, lógico, acabar entre lençóis, numa espécie de “delivery de periquita”.

Bem, que o mundo mudou e as relações estão mais superficiais, todo mundo sabe. Mas, na minha humilde opinião, não vejo problema nenhum em receber um convite para um “programinha light”, desde que todas as partes envolvidas estejam cientes de que o cardápio oferecido será algo meio insosso e sem gosto, como todo prato light é.

Mas pensando bem, quem coloca seu melhor jogo de jantar e talheres de prata na mesa, tira os livros de receitas da gaveta e prepara um jantar digno de chef três estrelas Michelin para alguém que não se conhece?

Um “programinha light” pode ser um aperitivo para um primeiro encontro, que pode ou não acabar com um conhecimento mais bíblico de ambas as partes, sem por isso precisar ser descartado como um espeto de picanha ao alho oferecido ao Conde Drácula.

‎”Comida” light, em geral, não tem gosto. Mas dá para encarar de vez em quando! E parto do princípio de que os homens podem querer “se aproveitar”, mas as mulheres também podem se divertir. E quem sabe o “light” não vire uma apimentada e gordurosa relação?

Fotos: Reprodução

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