27 de março de 2012
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Promover reencontros da turma do colégio ou da faculdade divide opiniões. Tem gente que adora, aguarda ansiosamente a oportunidade de rever amigos de infância da mesma sala de aula, monta grupos no Facebook e até reserva bares e restaurantes para os eventos…

Do outro lado, estão aqueles que acham uma completa perda de tempo rever pessoas que não fazem mais parte do seu dia a dia ou rotina; não fazem o mínimo esforço para estar presentes no dia e horário marcados e acham que não perderam nada – pelo contrário, ganharam tempo para estar com os amigos do “presente” – estes, sim, importantes…

Eu sou do primeiro time!

Gosto de rever os amigos do colégio, da vizinhança na infância ou da faculdade da mesma forma que curto estar com pessoas que fazem parte do meu cotidiano.

Sábado mesmo participei de um destes encontros: conseguimos reunir para um almoço seis velhas amigas (não disse “amigas velhas” rss) dos tempos de Instituto Nossa Senhora Auxiliadora (Insa), escola de freiras que fez fama e fortuna na década de 70 no bairro do Belenzinho, na Zona leste de São Paulo.

Passar a tarde com as amigas do passado trouxe de volta em mim aquela Andrea dos tempos do colégio, falante e despreocupada. Rimos ao lembrar dos personagens do passado. “Viu fulano? Sim, está magro, alto e sem aparelho”. “E sicrano, que era lindo na escola? Está gordo, careca e estressado”.

Naquelas poucas horas do sábado à tarde, atualizamos décadas de história, com uma capacidade absurda de edição de texto e objetividade. Maridos, filhos, gravidezes, viagens, desilusões, ganhos, profissões, mortes… Tudo vai sendo colocado numa avalanche de informação, sem ser pesada.

Mesmo porque, aquelas pessoas que me conhecem há tanto tempo não precisam de muitas explicações. Sabem quem eu sou e basta. Me conheceram menina e vão carregar aquela imagem com elas por toda vida. Assim como eu vou levar a imagem de cada uma ali de 30 anos atrás…

Quem não gosta de reencontros com amigos de outras épocas não sabe o poder rejuvenescedor que eles têm. Ou vai ver, tem medo do passado, sei lá…

Felizes e sorridentes

Bjos da Chabuca.

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